O GEV-GRUPO ESPERANÇA VIVA

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GRUPO DE APOIO A EXDEPENDENTES, FAMILIARES E QUALQUER PESSOA QUE QUEIRA SE RECUPERAR DA DEPENDÊNCIA QUÍMICA E OUTRAS DROGAS.

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15 ANOS DO GEV

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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Festa 30 anos Fazenda da Esperanca

Onde não há Amor, coloque Amor e 

encontrarás...


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LEMA COMEMORAÇÃO DOS 30 ANOS DA FAZENDA DA ESPERANÇA

Onde não há Amor, coloque Amor e 

encontrarás...

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

IMITAR MARIA


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13 Outubro 2013
Neste mês propomos um texto de Igino Giordani que nos faz intuir o seu relacionamento profundo com Maria, a sua caminhada em direção a uma sempre mais profunda compreensão do mistério de Maria.
 “Hoje a Igreja, mais que nunca, insiste em propor a imitação de Maria mediante a escuta da Palavra de Deus e a sua prática em qualquer situação. A imitação de Maria reassume-se naquela atitude típica diante da vontade de Deus e das palavras de Jesus: ‘Quanto a Maria, ela retinha todos esses acontecimentos procurando-lhes o sentido’. (Lc 2, 19).
Ela fez do próprio coração um paraíso de coisas divinas: uma casa do Verbo encarnado e pronunciado. Maria era aquela que, como tinha Jesus em seu seio, tinha a sabedoria no coração. Tornou-se capaz de acolher Deus em si porque estava habituada a esvaziar-se di si mesma para preencher-se com a mente Dele. Maria trabalhou no mundo vivendo uma ‘vida comum’, como a vida da maior parte das pessoas, repleta de ‘solicitudes familiares e de serviço’, assim como a vida de muitas pessoas. Para estar à disposição de todos, ela traduziu em matéria-prima da santidade os afazeres da vida cotidiana, mostrando que se pode subir a Deus sem sair do âmbito de uma existência comum. Desta maneira ela é modelo para todos os viventes e todos os viventes estão em condição de repetir – prolongar – a missão de Maria na humanidade e imitá-la em qualquer condição humana.
Toda pessoa pode imitar Maria. Deve somente comportar-se de maneira que quem vê as suas expressões reconheça Maria ou a descubra: ou seja, aquela que dá ao mundo o Redentor. Em Maria encontram-se os pobres, os operários, os doentes, os idosos; nela encontram-se, com a mesma facilidade os sábios, os cientistas, os estadistas: basta pensar em Bernardo, em Tomás de Aquino, em Dante, em Milton, em Manzoni…
Muitos não sabem definir o cristianismo e ignoram também as formulações secundárias dele. Mas, por meio da mãe ou da escola aprenderam e conservam uma imagem de Maria. Nela entendem que o cristianismo é uma colheita de coisas boas: amor, piedade, solidariedade, força, inocência, alegria, beleza… É o conjunto das virtudes mais desejadas e, ainda mais, com isto: que elas são vividas com uma simplicidade que as torna acessível a todos; basta, assim como o fez Maria, apoiar-se em Deus, colocar-se nas Suas mãos (…).
Se você olhar com os seus olhos, o próximo e se considerar, com a sua mente, a política, a economia, todas as formas da convivência, talvez você terá amargura. Mas, se você olhar pessoas e coisas com os olhos de Maria, certamente, estas lhe causarão piedade. As lágrimas delas são densas de amor e, na luz divina o que parece grandioso, terrível ou mortal esvazia-se e os gestos tomam a mesma medida da pequenez delas (…). Se você olhar o mundo com os olhos de Maria, dos semblantes mais tétricos, dos acontecimentos mais sombrios, emergem centelhas de humanidade, de simpatia, de poesia. Emerge o divino que a encarnação inseriu no humano.
Maria é a criatura simples, imitá-la comporta um desmantelamento das palavras difíceis, de gestos planejados, de relações tecidas segundo os modelos da diplomacia (…); enfim, a limpeza de todas as maquiagens grudadas na alma; e faz redescobrir o próprio ser, aquele que Deus criou. Poder-se-ia objetar que agindo desta forma se expõe às ciladas das pessoas astutas ou sofisticadas. Mas, diante de tais pessoas, talvez a defesa – quase uma astúcia maior – está na simplicidade, que a desarma. A verdade é a mais sutil diplomacia. Maria segue adiante no seu caminho, diz o que pensa e faz o que deve fazer. Em Maria se encontram todas as pessoas que empregam as armas do bem e da oração, do arrependimento, do perdão. Imitando Maria, ou melhor, unindo-se a Maria, a caminhada da existência torna-se uma escalada rumo ao Céu. As amarguras da vida tornam-se doçuras se se permite que Ela nos conduza pela mão, pela sua mão pura de mãe que não conhece cansaço!”
Igino Giordani in: Maria modello perfetto, Città Nuova, 2001 (1967).

PAPA


Papa: o que é a esperança para um cristão?

Em homilia hoje na Casa Santa Marta, Francisco explicou a diferença entre a esperança e o simples otimismo

http://www.aleteia.org/pt/religiao/noticias/papa-o-que-e-a-esperanca-para-um-cristao-9214001

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

FORTES SEM VIOLÊNCIA

O grupo alemão Starkmacher em parceria com a Fazenda da Esperança e a banda multicultural 

                                                ______ASSISTA AO VÍDEO______

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

PAPA BENTO XVI RENUNCIA


Foto: Declaração do Papa Bento VXI
Renúncia 

“Caríssimos Irmãos, convoquei-vos para este Consistório não só por causa das três canonizações, mas também para vos comunicar uma decisão de grande importância para a vida da Igreja. Depois de ter examinado repetidamente a minha consciência diante de Deus, cheguei à certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, já não são idôneas para exercer adequadamente o ministério petrino. Estou bem consciente de que este ministério, pela sua essência espiritual, deve ser cumprido não só com as obras e com as palavras, mas também e igualmente sofrendo e rezando. Todavia, no mundo de hoje, sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de grande relevância para a vida da fé, para governar a barca de São Pedro e anunciar o Evangelho, é necessário também o vigor, quer do corpo, quer da mente; vigor este, que, nos últimos meses, foi diminuindo de tal modo em mim que tenho de reconhecer a minha incapacidade para administrar bem o ministério que me foi confiado. Por isso, bem consciente da gravidade deste ato, com plena liberdade, declaro que renuncio ao ministério de Bispo de Roma, Sucessor de São Pedro, que me foi confiado pela mão dos Cardeais em 19 de Abril de 2005, pelo que, a partir de 28 de Fevereiro de 2013, às 20,00 horas, a sede de Roma, a sede de São Pedro, ficará vacante e deverá ser convocado, por aqueles a quem tal compete, o Conclave para a eleição do novo Sumo Pontífice.

Caríssimos Irmãos, verdadeiramente de coração vos agradeço por todo o amor e a fadiga com que carregastes comigo o peso do meu ministério, e peço perdão por todos os meus defeitos. Agora confiemos a Santa Igreja à solicitude do seu Pastor Supremo, Nosso Senhor Jesus Cristo, e peçamos a Maria, sua Mãe Santíssima, que assista, com a sua bondade materna, os Padres Cardeais na eleição do novo Sumo Pontífice. Pelo que me diz respeito, nomeadamente no futuro, quero servir de todo o coração, com uma vida consagrada à oração, a Santa Igreja de Deus".

Vaticano, 10 de Fevereiro de 2013.

BENEDICTUS PP XVI
Declaração do Papa Bento VXI
Renúncia

“Caríssimos Irmãos, convoquei-vos para este Consistório não só por causa das três canonizações, mas também para vos comunicar uma decisão de grande importância para a vida da Igreja. Depois de ter examinado repetidamente a minha consciência diante de Deus, cheguei à certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, já não são idôneas para exercer adequadamente o ministério petrino. Estou bem consciente de que este ministério, pela sua essência espiritual, deve ser cumprido não só com as obras e com as palavras, mas também e igualmente sofrendo e rezando. Todavia, no mundo de hoje, sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de grande relevância para a vida da fé, para governar a barca de São Pedro e anunciar o Evangelho, é necessário também o vigor, quer do corpo, quer da mente; vigor este, que, nos últimos meses, foi diminuindo de tal modo em mim que tenho de reconhecer a minha incapacidade para administrar bem o ministério que me foi confiado. Por isso, bem consciente da gravidade deste ato, com plena liberdade, declaro que renuncio ao ministério de Bispo de Roma, Sucessor de São Pedro, que me foi confiado pela mão dos Cardeais em 19 de Abril de 2005, pelo que, a partir de 28 de Fevereiro de 2013, às 20,00 horas, a sede de Roma, a sede de São Pedro, ficará vacante e deverá ser convocado, por aqueles a quem tal compete, o Conclave para a eleição do novo Sumo Pontífice.

Caríssimos Irmãos, verdadeiramente de coração vos agradeço por todo o amor e a fadiga com que carregastes comigo o peso do meu ministério, e peço perdão por todos os meus defeitos. Agora confiemos a Santa Igreja à solicitude do seu Pastor Supremo, Nosso Senhor Jesus Cristo, e peçamos a Maria, sua Mãe Santíssima, que assista, com a sua bondade materna, os Padres Cardeais na eleição do novo Sumo Pontífice. Pelo que me diz respeito, nomeadamente no futuro, quero servir de todo o coração, com uma vida consagrada à oração, a Santa Igreja de Deus".

Vaticano, 10 de Fevereiro de 2013.

BENEDICTUS PP XVI

CONCLAVE

Foto

COMUNICADO DA DIOCESE


Foto: Comunicado da Diocese de Caruaru sobre renúncia do Papa

Hoje o Santo Padre Bento XVI surpreendeu a humanidade inteira com a sua decisão de renunciar, a partir do dia 28 de fevereiro, à missão de dirigir a Igreja Católica. Por motivo da idade avançada e da sua saúde debilitada, o Papa, diante de Deus e da sua consciência, sentiu que não tinha mais as energias necessárias para levar para frente às grandes responsabilidades que o cargo exige. E, num gesto de humildade e de profunda fé, entregou aos Cardeais que se reunirão nas próximas semanas no Conclave, a decisão de eleger um novo Bispo de Roma com a tarefa de guiar a Igreja Católica como Sucessor de Pedro.

Nós que fazemos a Diocese de Caruaru agradecemos a Deus pelo Pontificado de Bento XVI a frente da Igreja: o seu sábio e profundo magistério nas questões da fé e da vida cristã, a paixão pelas grandes problemáticas da humanidade, os seus encontros com a juventude e as orientações que Ele nos ofereceu sobre a Nova Evangelização permanecem como faróis de luz e de verdade para continuar a nosso caminho de fé. O ardor missionário, a busca da comunhão e da fraternidade, a alegria e a esperança que sempre motivaram a nossa ação evangelizadora são neste momento fortalecidas porque Bento XVI sempre nos ensinou que ninguém é dono da Igreja e do Reino. E o Espírito Santo que conduz a nossa história estará sempre à nossa frente indicando os caminhos a percorrer.

Joseph Ratzinger, o humilde servidor da vinha que, no dia 19 de abril de 2005 iniciava a missão de Pastor em nome de Cristo, nos repete hoje, através da sua decisão: continuemos a amar e servir todas as pessoas com a consciência de que somos apenas servidores do rebanho e responsáveis pelo anuncio da paz, da justiça e do amor, que Deus semeou em nossos corações para o bem da humanidade.

"Deixo para o bem da Igreja" (Bento XVI)

Caruaru, 11 de fevereiro de 2013

Dom Bernardino Marchió
Bispo de Caruaru
Comunicado da Diocese de Caruaru sobre renúncia do Papa

Hoje o Santo Padre Bento XVI surpreendeu a humanidade inteira com a sua decisão de renunciar, a partir do dia 28 de fevereiro, à missão de dirigir a Igreja Católica. Por motivo da idade avançada e da sua saúde debilitada, o Papa, diante de Deus e da sua consciência, sentiu que não tinha mais as energias necessárias para levar para frente às grandes responsabilidades que o cargo exige. E, num gesto de humildade e de profunda fé, entregou aos Cardeais que se reunirão nas próximas semanas no Conclave, a decisão de eleger um novo Bispo de Roma com a tarefa de guiar a Igreja Católica como Sucessor de Pedro.

Nós que fazemos a Diocese de Caruaru agradecemos a Deus pelo Pontificado de Bento XVI a frente da Igreja: o seu sábio e profundo magistério nas questões da fé e da vida cristã, a paixão pelas grandes problemáticas da humanidade, os seus encontros com a juventude e as orientações que Ele nos ofereceu sobre a Nova Evangelização permanecem como faróis de luz e de verdade para continuar a nosso caminho de fé. O ardor missionário, a busca da comunhão e da fraternidade, a alegria e a esperança que sempre motivaram a nossa ação evangelizadora são neste momento fortalecidas porque Bento XVI sempre nos ensinou que ninguém é dono da Igreja e do Reino. E o Espírito Santo que conduz a nossa história estará sempre à nossa frente indicando os caminhos a percorrer.

Joseph Ratzinger, o humilde servidor da vinha que, no dia 19 de abril de 2005 iniciava a missão de Pastor em nome de Cristo, nos repete hoje, através da sua decisão: continuemos a amar e servir todas as pessoas com a consciência de que somos apenas servidores do rebanho e responsáveis pelo anuncio da paz, da justiça e do amor, que Deus semeou em nossos corações para o bem da humanidade.

"Deixo para o bem da Igreja" (Bento XVI)

Caruaru, 11 de fevereiro de 2013

Dom Bernardino Marchió
Bispo de Caruaru

INICIA-SE CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2013


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